21 de jul de 2011

Maridos que viajam muito - normal para algumas, um dilema para muitas

Falando ao telefone com a minha prima que mora fora do Brasil, ela me contou que o seu marido estava viajando a trabalho. A minha mãe comentou comigo que no início a minha prima se assustou com essa idéia do marido ocupar um cargo que exigisse certas viagens, mas ao telefone ela me pareceu bem familiarizada e levando tudo com naturalidade (acho que por mais liberal que seja a esposa, dá um nózinho na garganta com o impacto da notícia, depois a gente acostuma).

Inclusive quero deixar registrada aqui uma frase que ouvi dela:
"Meeeu, hoje em dia um cara não precisa viajar e mudar de DDD pra sentir o pinto livre!"

Na hora dei muita risada, mas ao mesmo tempo levei a sério porque sabia que ela tinha razão.
O que vou dizer agora já é batido, mas é a mais pura verdade: se o seu companheiro tiver que trair você ou fazer algo que você reprove, tudo poderá ser feito debaixo do seu nariz. Porééééém, soltar demais pode transmitir uma imagem de esposa-displicente, desatenta ou fria. Alguns homens chegariam até a pensar que não é tão amado pela esposa, caso contrário ela demonstraria ciúme, preocupação e ligaria mais no seu celular.

Outro detalhe que vocês já devem ter pensado um dia: deixar os nossos companheiros livres, leves e soltos, bancando o estilo esposa-super-legal, também poderá contribuir para que as oportunidades surjam para eles.

imagem: Fatshion
E aí? Como agir? Como medir esse tipo de coisa? Como saber se estamos conduzindo bem o nosso papel de esposa nesses momentos em que eles precisam de liberdade, de individialidade? Eu acredito muito no bom senso e na intuição feminina que nos beneficia. Deveríamos usar essas armas mais vezes durante a vida. Para mim, não existe um medidor, um guia, um manual ou uma receita pronta. Acredito que cada casal é único e que para cada forma de convivência a balança pesará diferente. Se você se casar ou se relacionar 4 ou 5 vezes com pessoas diferentes, terá que se adaptar e agir de maneiras novas para conduzir a relação.

Eu estou usando este termo "soltar", mas não acho bacana.
Marido não é para ser solto, é para ser respeitado na sua individualidade, assim como as esposas.
No meu caso não é muito difícil encarar o fato do meu marido viajar a trabalho porque ELE CONTRIBUI, ou seja, nunca me deu motivos para desconfiar dele, sempre foi muito atencioso, vivemos uma relação bem saudável, conversamos bastante, rimos muito, dividimos todas as nossas idéias e sempre nos acostumamos a respeitar a vontade um do outro. Seria ridículo da minha parte se eu tentasse prendê-lo. Eu nem teria argumentos pra isso, entendem?

Portanto, ser mais controladora ou menos, mais ciumenta ou menos, insegura ou super confiante não depende só de um lado do casal, depende dos dois. E para aquelas mulheres (e homens) que surtam mesmo sem motivo, estão perdendo seu tempo precioso amigas! Por incrível que pareça os homens não funcionam sob pressão. São como areia dentro das mãos fechadas. Abusar do poder para comandar os passos do cara vai desgastar a relação a longo prazo.

Estou mencionando mais a mulher em relação à liberdade que o homem precisa porque o meu marido também vai começar a viajar bastante no novo emprego dele. E eu vou fazer o que? Chorar? Nããão. Vou agendar a manicure, blogar e me cuidar para quando ele chegar. Repito, não há receita ou manual minha gente, existe o bom senso, o amor e o respeito.

Mas se você não lida muito bem com a saudade não se culpe. Quem ama sente falta sim, sente a cama vazia sim, tem insônia sim, dorme sem jantar sim e você tem todo direito de abrir seu coração e negociar (tentar pelo menos) o número de viagens se você achar que está demais! Taí mais um item indispensável na relação: o diálogo, a comunicação transparente.

Ah! Outra coisa que pode fazer a diferença e ajudar é priorizar a qualidade do tempo quando estiverem juntos. Se o seu marido (ou esposa) viaja bastante, preencha o curto tempo de vocês dois só com momentos bacanas, muitas risadas e novidade! Isso mesmo, novidade! Temos que aproveitar a ausência deles para tocar a vida e evoluir em alguma coisa e sempre ter algo de novo pra contar. Tem gente que acha que é obrigação ser fiel, tanto o homem quanto a mulher. Tá, sei disso, existe também esse lado da obrigação de ser alguma coisa seja lá o que for porque um compromisso foi assumido. Mas, não custa nada ler essas dicas, ler livros sobre o assunto, conversar com pessoas mais experientes e tudo mais que for preciso, afinal todos também temos a obrigação de investir na relação.

"Qual é então o ingrediente mais importante num relacionamento bem sucedido? A resposta é simples: confiança. Quantos relacionamentos bons você teve com pessoas em quem não confiavam? E a confiança vem do fato de ser uma pessoa confiável." - Trecho do livro que estou lendo: O Monge e o Executivo

35 comentários:

otilia cristina disse...

FLAVINHA AMORE

SABE QUE EU SEMPRE VIVI ASSIM MARIDO LONGE EM VIAGENS FAZENDA ESTRADA ETC..SEMPRE VIVI EU E MEUS FILHOS CONFESSO A VOCE QUE NO COMEÇO ERA DIFICIL PRA MIM ,,,QUANDO MEUS FILHOS ERAM PEQUENOS DEPOIS ACOSTUMEI POR QUE MEUS FILHOS FAZIAM COMPANHIA MAS DEPOIS DE UM CERTO TEMPO ACOSTUMEI A SER SÓ SABIA?NÃO PRECISAVA MAS PREOCUPAR COM JANTAR COM NINGUEM CHEGAVA DO TRABALHO DORMIA ..E NÃO FOI LEGAL PARA RELAÇÃO..AS VEZES ELE FICAVA DIAS SEM VIAJAR E SEI LA SENTIA FALTA DE FICAR SÓ..VIVI MUITO TEMPO LA NO MT SOZINHA E ME ACOSTUMEI ...TALVEZ POR ISSO TIVE QUE MUDAR TOTAL DE VIDA ESSES DIAS ..SENTI FALTA DE SENTIR FALTA DE ALGUEM ..DE COMPARTILHAR AS COISAS COMO VOCE FAZ COM SEU MARIDO ..ESTOU EM ADAPTAÇÃO AINDA MAS CONFESSO ..VIAGENS DEMAIS NAÕ ME FAZIAM DESCONFIAR DO MEU MARIDO QUE SEMPRE FOI MUITO HONESTO COMIGO MAS ME FEZ DISTANCIAR DELE ...E ISSO NÃO FOI BOM MESMO...EU SOU PEGAJOSA GOSTO DE CARINHO E SEMPRE QUIZ TER MEU MARIDO PERTO DE MIM...TALVEZ NA FASE QUE MAIS QUIZ ELE NÃO PODE OU NÃO FEZ MUITO ESFORÇO PRA NEGOCIAR COMIGO HOJE EU NÃO SINTO MAIS FALTA ..E INFELISMENTE TIVE QUE TOMAR MINHA DECISÃO..BEIJOS


OTILIA

Thaís Alves disse...

Adorei o seu post Flavinha, até porque eu já fui a parte da relação que precisava viajar (quando estava com meu ex) e realmente é preciso confiança. Mas acima de tudo, o diálogo. Acima do amor, da confiança, do respeito, de tudo. Porque as pessoas precisam combinar aquilo que querem, até onde vão, o que podem suportar. Precisam traçar estes objetivos, o que torna mais fácil cumprí-los, ter em mente a ideia clara do compromisso assumido da sua parte na relação para que ela caminhe, dê certo. Hoje em dia não aceitaria uma vida em que meu marido vivesse viajando, mas não é uma decisão arbitrária. Antes mesmo de nos casarmos, conversamos sobre isso e estipulamos um ideal de vida no campo, onde tenhamos tempo um para o outro, tempo para o nosso filho um dia, ou seja, este tipo de trabalho não está nos nossos planos, e por conta disso, eu mesma já recusei propostas de emprego quando estava desempregada. Mas isso não teve custo algum porque eu escolhi a vida pessoal acima da profissional agora, como ele também. Se estou me matando fazendo duas faculdades ao mesmo tempo é justamente para alcançar o que ele já tem hoje, um emprego que me dê mais tempo em casa sem prejudicar nossas finanças. Há quem vá achar errado isso também... afinal, somos capazes de jogar fora boas oportunidades de trabalho para viver este ideal. Mas ninguém está nisso forçado, isso foi conversado, combinado, pensado... a relação tem que ser assim, os dois têm que estar dispostos a viver o mesmo momento, a embarcar na mesma viagem, seja ela qual for. Ótimo tema! Um beijoooo!

Dribook disse...

Oi Flávia!!! Ótimo seu post!
Estou casada pela segunda vez e com um homem viajante!!
Incrível como atraímos pessoas e situações que desejamos no íntimo.
Pois a primeira relação era de muita desconfiança, pura obsessão!
É preciso muita criatividade para aproveitar o máximo o tempo que estamos juntos nem que seja dividir a mesma bolacha, tudo precisa ter um encantamento e deixar um gostinho de quero mais...
Ah! E confiança!!! Não no outro mas no sentimento pelo outro!!^.~
Beijão

Tuka Siqueira disse...

Eu não lido muito bem com essas situações não. Nem é por ciúme, embora ele exista, é que eu não funciono bem longe dele. Parece sempre que me falta um braço...

Bjs

Patrícia Taconi disse...

Oi Flávia!

Nossa! Não sei como iria lidar com isso! Desde o namoro sempre fomos muito grudados um no outro (acho que até demais, pois afastei muitos amigos, principalmente amigas que eu tinha!). Ainda bem que preservamos muitas amizades sinceras e temos bastante amigos. Confesso que tenho muito medo da perda, sempre fui muita ciumenta e toda situação ou pessoa diferente que entra em nossa vida, sinto como uma ameaça. Tenho trabalhado isso em mim, acho que é questão de auto estima e medo da perda (meu querido papai faleceu eu tinha 10 anos). Mas acho que tudo na vida a gente aprende e se adapta. Tento ser racional em algumas situações para não deixar o emocional tomar conta. Confiança e respeito à individualidade do outro é essencial para uma relação dar certo (disso já sou prova!) Então é caminhar, cuidar, confiar e saber que a vida é pra ser vivida da nelhor forma possível. Beijo Flávia!

Vel disse...

Flávia,
Menina esse post é pra mim...rs, exatamente neste momento passo por esse dilema.
E até o livro o monge e o executivo acabei de ler...
Bjs no coração,
Vel

Valéria disse...

Oi Flávia!
Muitas vezes é uma situação invitável, mas que é chatinha é. No início de meu casamento ´meu marido trabalhava de escala viajando e isso durou uns 10 anos e confesso que foi o príodo mais desgastante de meu casamento, filhos pequenos, eu estuando e o marido viajando e cheio de insegurança, ainda bem que passou.
Mas acho que cada caso é um caso.

Beijão e um ótimo fds!

Elaine Lobato disse...

Flávia tenho uma certa dificuldade de ficar longe do meu esposo! eu gosto demais da nossa convivência, da vida a dois, na verdade aprendi a ser caseira com ele!
Não sei exatamente como reagiria se meu esposo precisasse trabalhar viajando; acho que teria muitas insônias!Não por falta de confiança; e sim por falta do companheirão mesmo que ele é para mim!

bjs

Debys disse...

Cada dia mais adoro o que vc escreve, pois meu marido esta num novo trabalho, fica 120 dias fora, esta foi a primeira vez que ele foi, e os 120 dias esta acabando, breve vai estar aqui comigo, e confesso que no inicio gelei, mas depois sabe, procurei não ficar lamentando, e sim curtindo esta distancia, falamos todos os dias pela net, gracas a Deus hj existe a internet, o skype, msn, e assim vai, como estou casada a 17 anos, nada como a distancia para dar um tempero legal, pois com as saudades nao brigamos, e sim estamos que nem no começo, só love, e qdo ele chegar vamos transformar nossos dias em qualidades e não em quantidades, pois ele ficara 15 dias com a gente, nao vejo a hora deste dias chegar e ai sumirei um pouco do pc...rs...Bom fds Bjos...Debys!!

Gisley Scott disse...

Oie Flavinha,

Eu bato palma para mulher que lida com isso numa boa.Tb cada caso é um caso.Uma coisa é a gente tem que com quem contar e ter a família por perto, outra coisa é vc não ter ninguém e o marido viver viajando.Tem mulher que mesmo assim lida com isso muito bem.

Conheci uma brasileira que seu esposo trabalhava para as forças armadas como enfermeiro.Ele passava de 3 meses em outros estados ou países.Ela levava isso muito bem, mesmo não tendo pessoas,família aqui.Já eu, não conseguiria, sinceramente,rs!

Não por não confiar, mas por ser medrosa mesmo de ficar só, principalmente nesse país onde o índice de arrombamento domiciliar seguido de estupro é grande.

Qto a confiança, isso é muito verdade.Ninguém pode ter um relacionamento bom, saudável e natural com alguém que não confie.Sempre ficaremos com o pé atrás, e isso é terrível.

Bjos e esse post foi feito pra pensar :)!

Erika disse...

Oi, Flávia, que bom que seu marido já se recolocou no mercado aqui no Brasil. Não fique preocupada com as viagens, quando conheci meu marido eu trabalhava vijando, só voltava no final de semana, mesmo assim, namoramos, noivamos e casamos e ainda casados eu continuei viajando muito a trabalho, praticamente uma semana sim e outra não. Dá saudade? Dá. São longos telefonemas antes de ir dormir, longas despedidas no aeroporto, recepção calorosa na chegada, acho que quando há amor, na distância é que se tem mais noção do quanto gostamos um do outro e para uma traição acontecer não é preciso estar distante. Não vivi a situação contrária ainda, mas acho que por já ter sido eu a viajante, vou lidar melhor com isso se acontecer! Beijos.

Maitê disse...

Puxa Flávia, este assunto é tão complicado ...

O Bruno não viaja muito, mas por causa do excesso de trabalho, ele passa um tempo razoável longe de mim e por eu viver aqui longe de toda a minha vida carioca, tem dias que me sinto muito sozinha, outros dias, não sinto falta e me incomodo se ele fica tempo demais em casa (rs....).

Porém, tento pelo menos uma vez na semana buscar ele no trabalho (de surpresa), procuro conversar, saber o que aconteceu no trabalho ...

Como você disse ... eu "solto" ele um pouquinho ... mas fico sempre de olhos bem abertos (sou mega ciumenta) e de vez enquando puxo ele de volta ... Não quero liberdade demais e nem de menos (rs...........).

Beijinhos

Alline Klauck disse...

Realmente...confiança é tudo!
Belo post,
tenho uma ótima semana e que Deus lhe abençoe,

Um beijo,
Alline Klauck
www.a-cara-da-riqueza.blogspot.com

Claudia disse...

Obrigada pelo post, adorei! Estou passando por isso e está sendo muito difícil. Vou ler o post mais vezes para assimilar melhor. Beijos!

Flávia Shiroma disse...

Oi Claudia, obrigada por vir aqui e ler meu blog. Muito obrigada também pelo seu comentário. Espero ter ajudado de alguma maneira, qualquer coisa corre aqui e deixa uma mensagem. Cliquei no seu nome para ver se você tinha algum blog ou e-mail, mas não localizei nada. Espero que volte e veja este recado.
Um beijo!

nessa disse...

OI FLÁVIA !!!AMEI O SEU BLOG ENTÃO TO NESSA MEU MARIDO TA TRABALHANDO VIAJANDO A QUASE DOIS ANOS ,,NO INICIO ELE CHEGOU PRA ME DISSE QUE SERIA UMA ÓTIMA OPORTUNIDADE MAS QUE SÓ ACEITARIA SE EU CONCORDASSE ,, NO MOMENTO FIQUEI SEM SABER O QUER FAZER MAS QUERO SEMPRE O BEM DELE ,E OPTEI EM ENCARAR ESSE DESAFIO ,,E VOU TE FALAR NÃO É NADA FÁCIL, AS VEZES FICO PIRADA SOU MUITO CIUMENTA IMAGINO COISAS E COMEÇO A CHORAR PERCO O SONO LIGO DE MADRUGADA NÃO POSSO OUVIR NEM UMA MOSCAR ZUMBI PERTO DELE QUE FAÇO MAIOR BARRACO ..E COM O PASSAR DOS DIAS FICA INSUPORTÁVEL A FALTA DO CARINHO A VOZ O COMPANHEIRISMO AS RISADAS AS PALHAÇADAS OS PASSEIOS ,E SEM FALAR QUE TEM O MEU FILHO QUE SOFRE JUNTO COMIGO ...MAS CADA DIA BUSCO MELHORAR PORQUE SEI NÃO É NADA FÁCIL PRA ELE TBM!! E SE ALÉM DE TERMOS QUE FICARMOS LONGES UM DO OUTRO, O TEMPO JUNTOS SER SÓ BRIGAS O QUE VAI ADIANTAR ,ATÉ PORQUE SE FOR PRÁ SER TRAÍDA SEREMOS EM BAIXO DO NOSSO NARIZ ..

Renata Lira disse...

Oi meninas, este tema é muito importante, adorei seu post Flávia!
Estou começando a entender melhor e a respeitar mais a individualidade dele agora, estou em busca de novas coisas para aprender, trabalhando mais, cuidando dos filhos, da casa, de mim..parece que falta tempo pra tanta coisa e mesmo com tantas tarefas sinto muito a falta dele, somos muito unidos,e já passamos por varias situaçoes mas isso de viajar eu preciso entender e estou tentando agora..
enfim... boa sorte para todas nós!

Flávia Martins disse...

eu to desesperada ,ele viajou ontem vai ficar um mês fora e eu não faço outra coisa a não ser chorar ,ele foi pela necessidade,mas eu não paro de imaginar um monte de besteiras,socorro

Flávia Shiroma disse...

Oi Flavia Martins!! Desculpe, estou há um bom tempo sem blogar e vi só agora a sua mensagem. Bom, a esta altura ele já deve ter ido e voltado. Chore sim de saudades sempre. Mas não chore nem se descabele com besteiras na sua mente, pois as chances dele fazer besteiras é bem remota e voce minha querida vai ficar se remoendo a toa. Beijos!!! <3

Ingryd Lustosa disse...

Olá Flavia.
Me encontro nessa situação de estar com alguém que viaja muito. Ante de me envolver com a atual pessoa eu já sabia do seu trabalho. Agora que estamos juntos eu fiquei pensando se é isso que eu quero para mim. Minha resposta? Eu quero ELE pra mim! E de tantas coisas que enfrentamos para hoje estarmos juntos, isso não vai acabar com nossos esforços. Confiança eu tenho nele, mas depois que li seu post eu fiquei mais aliviada de certa forma. E vou começar a aproveitar o tempo que ele estiver viajando para dar atenção a mim. Sair com as amigas, ler livros (viciada em livros), ir ao salão e outras coisas. Você está de Parabéns e obrigada por compartilhar sua experiência conosco.

priscila aquati disse...

Eu estou vivendo essa situação de ter meu marido ausente desde março ele esta na Argentina e fica 20 dias e folga 4 nisso eu me sinto muito sozinha pq temos dois filhos pequenos um de 4 e outra de 3 e estando sozinha com eles tudo fica mais cansativo, qd vou a restaurantes ou locais públicos me sinto muito mau de sempre passear sozinha com eles. Mas lendo essas comentários aqui vejo q a minha situação tambem é vivida por muitas mulheres. Um bjo a todas e boa sorte para nós todas!

Suene Rocha disse...

Aplaudo, como disse nossa colega la em cima. As mulheres q levam isso de boa. Eu até hj não consegui. E torturante... A palavra viagem.... pois sinto a alegria no rosto dele. Quando mos separamos a sensação q eu tive era ter tira do es de pé do, tortura de cima e mim. Não tenho dúvida q o amo. Mas não posso esconder q isso é um peso pra minha relação com ele. Depois de 6 anos selaradod achei q eu não fosse mais passar por isso. Mas infelizmente não consigo. Faço tratamento vo. Psicólogo, psiquiatra somente sobre isso é não consigo superar. Mesmo q seja viagem esporádica no mês. Sorry, meninas! nao consigo. Isso balanca bastante fico doente com isso imunidade baixa.

Darlene Pacheco de Souza disse...

Olá Flávia!
Achei seu blog por um acaso, fuçando o "google".
Estou passando por essa situação, mas no meu caso, ele ainda é meu namorado. O conheci assim, viajante rs....
É engenheiro, mas sua função requer viagens de duas ou 3 semanas seguidas, dps uma semana na cidade sede da empresa (onde ele mora).
Me sinto insegura sim, passa mil coisas pela cabeça, porém, por outro lado, ele nunca me deu motivos para desconfiar, pois os dias que passamos juntos são maravilhosos e nos falamos todo santo dia!!
É minha primeira experiência com um relacionamento assim.....e como marinheira de primeira viagem, tenho minhas neuras rs... mas busco me controlar e não ficar em função de mensagem ou ligação dele pra mim e viver a minha vida.
Aguenta coração!!
Boa sorte à todas que passam por isso!!

Koka Medeiros disse...

boa noite...
adorei o blog e tb descobri por acaso procurando no google... me senti mais aliviada por saber que tem pessoas que passam pela mesma situação que eu e vivencia os mesmos questionamentos que eu! nao é facil nao..relutei no começo do relacionamento sim, porque pra mim relacionamento sempre foi sinonimo de ser companheiro, de tá ali do lado qdo vc precisar.. mas infelizmente, n podemos ter td que queremos... bjoss

Patricia De Lima Ferreira disse...

Oi Flávia! Meu marido também viaja e fico só em casa . estamos no começo da relação, apenas cinco meses. Meu maior medo é justamente esse, de me acostumar com a ausência dele no momento em que mais preciso te-lo ao meu lado! Não é fácil casar num dia e com dois dias depois o marido viaja.

Patricia De Lima Ferreira disse...

Oi Flávia! Meu marido também viaja e fico só em casa . estamos no começo da relação, apenas cinco meses. Meu maior medo é justamente esse, de me acostumar com a ausência dele no momento em que mais preciso te-lo ao meu lado! Não é fácil casar num dia e com dois dias depois o marido viaja.

Larissa Gonçalves disse...

Ola... Sou recém casada e passo por isso, meu marido viaja dua semanas, vindo no fds... Mas pra mim esta complicado, tenho muita insegurança e sofro com isso. Sei que tudo passa e que isso tb vai passar, mas enquanto nao passa, ta difícil. :(

Larissa Gonçalves disse...

Ola... Sou recém casada e passo por isso, meu marido viaja dua semanas, vindo no fds... Mas pra mim esta complicado, tenho muita insegurança e sofro com isso. Sei que tudo passa e que isso tb vai passar, mas enquanto nao passa, ta difícil. :(

Larissa Gonçalves disse...

Ola... Sou recém casada e passo por isso, meu marido viaja dua semanas, vindo no fds... Mas pra mim esta complicado, tenho muita insegurança e sofro com isso. Sei que tudo passa e que isso tb vai passar, mas enquanto nao passa, ta difícil. :(

Unknown disse...

Gente, meu marido viaja semana sim, semana não a trabalho e ainda sai, vai pra barzinho com outros caras na viagem, fala pouco comigo... E eu fico em casa sozinha. Não aguento mais sofrer, sincerente.

Mariana Perez disse...

Gente, meu marido viaja semana sim, semana não a trabalho e ainda sai, vai pra barzinho com outros caras na viagem, fala pouco comigo... E eu fico em casa sozinha. Não aguento mais sofrer, sincerente.

Tatiana Gomes disse...

Flavia, tbm achei seu blog pesquisando no google.
Sói do RJ e meu marido foi pra Brasília com o irmão dele. Ficará lá 5 dias pois foi pra fazer a mudança do irmão, q é da marinha e está voltando para o Rio.
Eu to desesperada...choro o dia todo, estou a base de calmantes. Se fico mais de 3 horas sem falar com ele fico maluca...isso não ta me fazendo bem. Penso mil coisas, fico frustrada sabe...queria dormir agora e só acordar quando ele chegar aqui...

Tatiana Gomes disse...

Flavia, tbm achei seu blog pesquisando no google.
Sou do RJ e meu marido foi pra Brasília com o irmão dele. Ficará lá 5 dias pois foi pra fazer a mudança do irmão, q é da marinha e está voltando para o Rio.
Eu to desesperada...choro o dia todo, estou a base de calmantes. Se fico mais de 3 horas sem falar com ele fico maluca...isso não ta me fazendo bem. Penso mil coisas, fico frustrada sabe...queria dormir agora e só acordar quando ele chegar aqui...

Cristiana Moura disse...

Olá, adorei o post, os comentários, é bom saber que não estou sozinha nesse barco, essa é a segunda vez que meu segundo marido viaja a trabalho no ano passado em agosto ele foi para Lisboa é só voltou em novembro, nossa filha na época só tinha 2 meses, não sei como suportei foi muito difícil, chorei sofri muito, pois teve inúmeros momentos que precisei dele, agora a situação é quase a mesma ele foi faz duas semanas é só voltará em agosto nossa filha acabou de fazer 1 ano, nem andou ainda, mau fala e ele provavelmente não estará aqui quando isso acontecer, é triste bate um desânimo, realmente a dias que não janto, dias que mau durmo, isso porque tenho um casal de filhos do 1 casamento, uma menina de 14 e um menino de 12, as vezes da a impressão que ele quer ficar e estar sozinho, acho triste em uma relação aprender a viver sem ele, não é viver em função dele é viver sem ele, nos temos que se virar pra viver com esse vazio, sentimento de abandono que as vezes me consome, as vezes é tão difícil, eu nem tenho família, nem tenho amigas,a família dele não se importa comigo e a menina, é muito triste, respeito e apoio muito ele, mas a troco de que, concordo que a vida é difícil que pagar aluguel é complicado, mas viver se sentindo sempre em segundo plano na vida de alguém é ruim. Nos moramos em São Paulo,então ele ta longe pra caramba, espero que nos todas consigamos superar isso é não maltratar a relação.

Cristiana Moura disse...

Olá, adorei o post, os comentários, é bom saber que não estou sozinha nesse barco, essa é a segunda vez que meu segundo marido viaja a trabalho no ano passado em agosto ele foi para Lisboa é só voltou em novembro, nossa filha na época só tinha 2 meses, não sei como suportei foi muito difícil, chorei sofri muito, pois teve inúmeros momentos que precisei dele, agora a situação é quase a mesma ele foi faz duas semanas é só voltará em agosto nossa filha acabou de fazer 1 ano, nem andou ainda, mau fala e ele provavelmente não estará aqui quando isso acontecer, é triste bate um desânimo, realmente a dias que não janto, dias que mau durmo, isso porque tenho um casal de filhos do 1 casamento, uma menina de 14 e um menino de 12, as vezes da a impressão que ele quer ficar e estar sozinho, acho triste em uma relação aprender a viver sem ele, não é viver em função dele é viver sem ele, nos temos que se virar pra viver com esse vazio, sentimento de abandono que as vezes me consome, as vezes é tão difícil, eu nem tenho família, nem tenho amigas,a família dele não se importa comigo e a menina, é muito triste, respeito e apoio muito ele, mas a troco de que, concordo que a vida é difícil que pagar aluguel é complicado, mas viver se sentindo sempre em segundo plano na vida de alguém é ruim. Nos moramos em São Paulo,então ele ta longe pra caramba, espero que nos todas consigamos superar isso é não maltratar a relação.