28 de fev de 2010

Mulher elegante

Ser elegante é muito mais do que ser educada.


Elegância: graça, distinção nas formas, nas maneiras, nos trajes: elegância de porte, de vestes; apresentar-se com elegância. Arte de escolher as palavras: falar, escrever com elegância; elegância de estilo.

Ser elegante não tem nada a ver com status ou riqueza. Você não precisa vestir roupas de marca, usar o perfume mais caro da loja ou arrebatar sua carteira de dinheiro para ser elegante. Se as pessoas soubessem como é simples ser elegante... veja algumas dicas que costumo pôr em prática:

Não fale alto. Tente descobrir qual é o seu melhor tom. Não force um modo de falar que não seja seu para tentar ser elegante. A naturalidade também faz parte da mulher elegante. Uma mulher super simpática, espevitada e enérgica não combina com um tom muito baixo por exemplo, ficaria artificial. Procure falar com suavidade, não atropele as frases das pessoas interrompendo-as constantemente em uma conversa, não dê gargalhadas altas daquelas de se jogar para trás (a não ser que esteja rodeada de amigos íntimos e familiares num ambiente bem descontraído). Não fale muito perto das pessoas, tem muita gente que não se sente a vontade; também não fale pegando ou colocando as mãos nas pernas ou nos ombros de alguém. Segure um copo, mexa nos cabelos, pegue o celular, mas não fique pegando a sua companhia.

Cuidado com as roupas que usa. Saiba que podemos ser somente sensuais e não sexuais. A linha que separa o "estar sensual e atraente" do "estar vulgar e atraente" é tênue demais! Se colocar uma saia muito curta, não use decotes; se usar decotes muito ousados, evite mostrar as pernas. Seu bom senso ou a opinião de uma amiga exigente poderão ser bons aliados na hora de escolher seu figurino. Procure saber que tipo de traje determinado evento solicita, caso não conheça algum termo como "traje esporte completo", pesquise na internet. Mas, independente das regras de etiqueta, procure sempre se vestir de maneira discreta e bonita. É difícil errar. Acessórios usados de maneira correta também podem nos deixar mais femininas e charmosas. Saltos altos também são tudo de bom.

Tenha jogo de cintura. Uma mulher ou homem elegante jamais faz "barraco" em qualquer lugar que seja, não parte para a agressão nem ofende com palavras vulgares. Apenas se retira e espera o clima esfriar. Às vezes ser elegante não é fácil.

Respeite as regras. Se o local avisar que ali não é permitido comer, fumar, levar animais, falar ao celular ou qualquer outra coisa, não o faça! Respeite as regras e não simpatize com quem quebrá-las. Contribua para o bom convívio. As pessoas que criaram determinadas regras em determinados eventos ou ambientes têm seus motivos. Respeite.

Higiêne: mulherada, vamos nos atentar às unhas, uma mulher elegante jamais tem suas unhas roídas ou descascadas, também não é loura com raíz de dois centímetros por fazer, não esquece de cortar as unhas dos pés e presta atenção no seu buço e sobrancelha.

Nunca recuse elogios: Quando for elogiada nunca responda: "Imagina, bonita eu? São seus olhos!". Procure mostrar-se consciente das suas qualidades (sem arrogância) e responda: "Obrigada!".

Ser elegante é saber se portar educadamente com um certo charme e suavidade, escolher as palavras oportunas em cada ocasião, ter boas maneiras e, principalmente, ser natural. Se autoanalise, se conheça melhor e descubra quais são seus pontos fortes: o sorriso, as boas maneiras, o charme, a postura, a voz, o olhar, enfim, saiba usar seus pontos fortes a seu favor.

26 de fev de 2010

Valorize as suas conquistas

Ultimamente venho notando muitas pessoas reclamando de tudo: da esposa, do marido, do emprego, do salário, da economia, dos filhos, do carro, do vizinho e de tudo mais que vocês podem imaginar. Mas, pensando bem, será que muitas dessas reclamações não poderiam ser evitadas?

Darei um exemplo prático à vocês.
Durante nove meses passei pela experiência de trabalhar em fábrica no Japão. Me lembro como se fosse hoje o dia em que recebi a notícia de que havia conseguido uma vaga para trabalhar em uma fábrica de autopeças. Fiquei muito feliz, mas muito muito feliz mesmo porque naquele momento era o que eu mais queria. Estava decidida a voltar para o Brasil com uma graninha no bolso e só a fábrica poderia me ajudar nesse sentido. Por isso vibrei e comecei a trabalhar super feliz, afinal de contas, poderia finalmente juntar uns troquinhos e ir embora mais rápido para o meu país.

Apesar do meu extremo cansaço físico (trabalhava 10 horas em pé sem sair do lugar, de segunda a sábado), estava feliz e, por incrível que pareça, gostando! Mas, essa alegria toda durou um mês. No segundo mês já não aguentava mais as dores nas pernas e nas costas, eu trabalhava duas semanas das 8 às 19hs e duas semanas das 20 às 6hs., até que um dia eu me toquei que estava me transformando em uma reclamona! Reclamava para acordar cedo, acordava atrasada e saía correndo, reclamava quando o chefe me pedia para fazer horas extras, reclamava para trabalhar aos domingos, reclamava do meu almoço, enfim, reclamava de tudo.

Num belo dia, fazendo uma autoanálise (sempre faço isso) percebi que o que havia me transformado em uma reclamona insatisfeita era a minha falta de memória. Eu estava tão cansada na época da fábrica que nem me lembrava mais do meu entusiasmo do início, do quanto quis estar ali um dia e quão feliz fiquei ao conquistar a vaga. Só pensava no cansaço. Foi então que resolvi pensar diferente e fui condicionando a minha mente a relembrar da minha alegria e o meu objetivo todas as vezes que pensava em reclamar: "Não, eu não vou reclamar de cansaço porque eu quis muito estar aqui e hoje devo valorizar a minha conquista e não ficar reclamando" e seguia em frente.... sem reclamar!
Nesse sentido, utilizar a minha memória de maneira correta me ajudou.

Nunca podemos nos esquecer do porque estamos em algum lugar fazendo alguma coisa porque se isso acontecer você não verá mais sentido em nada, tudo ficará chato e a sua vida, entediante.

Isso também se aplica às mães que maltratam seus filhos. Elas se esquecem que um dia desejaram muito aquele filho, esquecem da felicidade infinita que sentiram no dia do seu nascimento e não se esforçam para resgatar aquele sentimento do início de tudo. É como se o filho deixasse de ser uma novidade na vida dela.

Os casais também devem tomar o mesmo cuidado e não se esquecerem do amor que os uniu, daquela ansiedade gostosa que sentiam no começo do namoro, da felicidade em saber que o companheiro estava sendo conquistado, enfim, não tratar a pessoa que divide a vida com você como alguém que perdeu a graça. Valorize a sua conquista sempre.


Todas as vezes que pensar em reclamar ou sentir-se enjoado de alguma coisa ou alguém, respire, se concentre e lembre-se do seu sentimento quando lutou e conquistou. Isso é fundamental para vivermos melhor, afinal vivemos num mundo onde as pessoas conquistam o que querem e depois enjoam, sentem que perdeu a graça, a novidade. Quando pensar em reclamar do seu emprego, lembre-se do dia em que você foi pedir a vaga e, durante a entrevista, fez de tudo para mostrar seu melhor a fim de ser escolhido. E agora? Não quer mais? Porque? Está na hora de mudar realmente ou você está sem objetivos definidos?

Use sua memória, valorize as suas conquistas e evite reclamar.

25 de fev de 2010

Agradecimento/Despedida

Após 1 ano e 3 meses no ar, no comando do programa Comunidade Brasil, transmitido pela Record Internacional Japão, eu não poderia deixar de registrar aqui o meu amor e respeito por todos os telespectadores e amigos que acompanharam o nosso trabalho durante 65 sábados! Muito obrigada a todas as pessoas que abriram as portas das suas casas e das suas vidas para que a nossa equipe pudesse realizar um ótimo trabalho! Sem vocês, não seria possível a realização deste programa. Para mim foi uma escola trabalhar na Record Internacional, todos os profissionais são fantásticos, muito competentes e preocupados com vocês, brasileiros que moram tão longe da nossa terrinha. Para mim, não importa se ficamos 1 mês, 1 ano ou 10 anos na tv, o mais importante é ter com a consciência tranquila de que fizemos o melhor, demos o máximo em tudo que transmitimos a vocês. Obrigada mais uma vez pela confiança, pelo carinho e por todos os e-mails e recadinhos que recebemos até hoje!! Eu, em nome de toda a equipe do programa, agradeço de coração!! Novos horizontes, caminhos e novas oportunidades estão por vir. Beijos! Amo vocês! Desculpe pelo vídeo abaixo, fiz com o celular e só tinha 30 segundos para falar! rsrs...

video

Blog do programa: www.comunidadebrasiloficial.blogspot.com

Minha primeira amiga

Hoje resolvi escrever sobre a amizade mais antiga que tenho. Na verdade, a Ale foi a minha primeira melhor amiga, digamos assim. Eu a conheço desde muito pequena, não saberia dizer a idade exatamente, talvez 6 anos. Nem sou capaz de me lembrar da minha infância antes de conhecê-la, por isso é inevitável não transformá-la em protagonista nas minhas mais remotas lembranças.
Éramos muito unidas, adorávamos jogar queimada e vídeo game (naquele tempo era video game mesmo). Eu amava me enfiar na casa dela e isso deixava a minha mãe maluca! Olha isso gente: tínhamos em comum uma paixão platônica por um cara mais velho que jamais iria nos notar, até porque éramos praticamente duas crianças. A gente tremia quando ele chegava ou saía de casa. Hoje é engraçado relembrar, mas na época fazíamos de tudo para chamar atenção, eu principalmente!! kkk... Acho que a Ale sempre foi mais tímida! E eu mais perva! kkkk
Ela também deve se lembrar de quando me apaixonei pelo meu professor de Geografia Davi. Nossa, que viagem!! kkk... são tantas histórias! Também me lembro que brigávamos bastante, mas logo já estávamos juntas aprontando.
Estudamos na mesma escola durante anos. Ela era a minha companheira de todos os dias. Até que um dia tive que mudar de escola e aos poucos nos distanciamos, não nos encontrávamos mais com tanta frequência. Sentia a falta dela, mas não podia fazer nada. Algum tempo depois minha família se mudou para um outro bairro e aí a nossa amizade esfriou de verdade. Eu não queria que fosse assim, mas estudando e trabalhando, não tínhamos mais tempo para manter aquela amizade de antes.
Chegou um determinado momento em que já não tínhamos amigos em comum e já não conhecíamos muitas coisas uma sobre a outra, ela seguiu sua vida e eu a minha. Novas melhores amigas surgiram em nossas vidas e aquela amizade entre nós deixou de existir no nosso cotidiano. Ficou apenas na memória.
Sempre serei grata à internet, pois foi graças ao Orkut que nos reencontramos e foi através dele que acompanhei suas viagens, casamento, gravidez e agora acompanho o crescimento do seu filho Lucas, uma gracinha!
É increditável, mas confesso que ainda hoje sinto ciúme ao vê-la com uma outra amiga ao seu lado que não seja eu, mesmo sabendo que o distanciamento que houve entre nós não teve culpados. Foi a vida. Queria muito ter participado de todos os seus momentos mais importantes. Na época em que éramos crianças briguentas, nunca poderia imaginar que um dia tudo seria diferente. Mas foi.
Fico em paz por vê-la feliz, casadíssima e com um filho lindo que, ao mesmo tempo que me encanta, me assusta porque em pouco tempo ele terá exatamente a idade que tínhamos quando nos tornamos amigas e isso faz cair de novo a ficha de que o tempo passa meeeesmo.... e não tem volta.

Por mais que tudo no mundo mude, evolua e se desenvolva, nada poderá mudar a nossa infância e os momentos inesquecíveis de duas garotinhas descobrindo o mundo. Você sempre estará comigo e sempre será lembrada quando eu falar da minha própria infância aos meus filhos.
Fique com Deus amiga. Amo você.

Alexandra - minha amiga de infância

23 de fev de 2010

Escolha: os prós nem sempre são prós

Quando fazemos uma escolha e tomamos uma atitude, perdemos e ganhamos. São dois lados iguais na balança. Isso é inevitável.
 

"Quando você tentar se decidir analisando os prós e contras da vida,
preste atenção, pois muitas vezes encontraremos a nossa
felicidade optando pelo lado dos contras"

Ninguém sai ileso de uma decisão. Não conheço ninguém que tenha feito alguma escolha na vida que não tenha perdido algo em troca disso. Há algum tempo eu colocava "na balança" os prós e os contras antes de pôr a minha decisão em prática e optava pelo lado dos prós. Hoje não. Mudei a minha filosofia e faço a seguinte pergunta a mim mesma: O que me fará mais feliz? Para que fazer isso? A troco de que? Beneficiará também quem estiver comigo? Se as minhas respostas me convencerem, viro a mesa imediatamente. Hoje penso na minha felicidade. Claro que também penso na felicidade do meu marido, mas não sou responsável pela felicidade dele. Ele é feliz por natureza, por consequencia de uma vida harmoniosa que buscamos incansavelmente, dia após dia. Porém, a felicidade em si é de cada um. Nunca devemos buscar a nossa felicidade em outra pessoa. Eu sou feliz e estou com ele e ele é feliz e está comigo. É diferente de você estar com alguém para ser feliz. Mas isso é um outro assunto.
Mudei meu jeito de decidir as coisas porque muitas vezes o lado dos "prós" não garantia a minha satisfação e o lado dos "contras" me traria maiores dificuldades, me faria abrir mão de mais coisas, porém, ao final de tudo, seria mais feliz e realizada.
Se um empresário bem sucedido não aguenta mais tantos compromissos, horário para tudo, reuniões, pressão e correria, ele pode decidir abrir mão de tudo em nome de uma vida pacata e tranquila. Se ele usar a balança para se decidir, é claro que o lado dos contras pesará mais (ganhará menos dinheiro, perderá status, perderá amigos que não eram amigos desde o início, ouvirá críticas, etc) mas, como eu disse, ao final de tudo isso será feliz de verdade. Neste caso, ele não poderia optar pelo lado dos prós. Portanto, não confie na "balança" da vida e sim na sua vontade real e na sua felicidade em primeiro lugar. Sempre.

19 de fev de 2010

Sempre podemos ter uma nova vida

Se perguntassem a você hoje: quantas vidas você tem? Surpreso, talvez respondesse: claro que uma só!

Será que temos apenas uma vida? Por exemplo, hoje você é o mesmo que há 20 anos? 10 anos? Provavelmente não. Não estou me referindo à personalidade, mudanças de opiniões, envelhecimento, alterações físicas, etc... Estou me referindo àqueles momentos raros da nossa vida em que desejamos mudar tudo: virar a mesa, mudar de emprego, de casa, de estilo, de namorado, conhecer pessoas novas com assuntos diferentes, fazer cursos que sempre desejamos, realizar uma viagem incrível, enfim, mudar de vida.

A vida que eu levava há 9 anos não tem nada a ver com a vida que tenho hoje. Antes de viajar para o Japão, pedi com vontade e fé uma mudança radical na minha vida. Não suportava mais aquela mesmice, mesmo trabalho, mesmos amigos, mesmos assuntos, mesmos problemas... Eu queria ser arrancada daquele ciclo fechado e repetitivo que era a minha vida. Em questão de meses, tudo mudou, as coisas foram simplesmente acontecendo. Hoje estou em uma país diferente com amigos diferentes, me casei, troquei de emprego algumas vezes e aprendi coisas sobre a vida que jamais imaginaria aprender em tão pouco tempo. Por isso eu sempre digo: peça as coisas com fé, detalhadamente, do jeitinho que você quer, porque se o pedido for de coração e com determinação, tudo acontecerá. É incrível. Essa foi a primeira e significativa mudança radical que aconteceu comigo. Uma nova vida.


Hoje, voltar para os braços da minha família é o que mais desejo e tenho certeza que, ao pisar na minha terra novamente, renascerei! Farei muitas coisas diferentes, a começar pelo fato de morar em uma região do país que só visitei uma vez, ou seja, vou fazer novas amizades, surgirão novas propostas, problemas e desafios.... casa nova, cachorro, shoppings, cursos, aprendizados, quedas, tropeços, conquistas, alegrias, enfim, tudo novo. Uma nova vida, a terceira.

Considerando que viverei (por baixo) mais uns 65 anos (que pretensão! rs) acho que ainda tenho umas 3 ou 4 novas vidas pela frente. E você? Quantas vidas já teve?

16 de fev de 2010

Açacinando a lingua portugueza!!

Infelizmente esses erros grotescos são mais comuns do que imaginamos. Até compreendo esse tipo de erro se o autor deste "crime contra a nossa língua portuguesa" vem de uma região extremamente distante da civilização, sem recurso algum, afastado de toda e qualquer possibilidade de estudo, que jamais teve a oportunidade de frequentar uma escola. Caso contrário, não há desculpas. Vejam bem! Compreendo, mas não perdôo e me incomodo meeeesssmo!!! E o mais engraçado é que muita gente quer cursar inglês ou japonês sem dominar o português. Pode?! Vejo por aí muitas pessoas estudadas escrevendo e falando errado: "teje, menas, haviam, tava, tamu" etc... E o plural?? Tem gente que não sabe usar o plural! "Vou levar três peixe pro almoço", "Apareceu duas mensagem"!! Aff... Não dá gente, sinto muito. Claaaaro que eu não vou sair por aí corrigindo todo mundo a todo momento, mas confesso que até a fisionomia de uma pessoa muda quando ela fala errado! Ela deixa de ser tão bonita e atraente. Ainda mais quando vejo que não são pessoas ignorantes. Parece que têm preguiça ou vergonha de falar certo. Muitas pessoas não usam o plural no seu dia-a-dia!!! Vamos prestar mais atenção nessas coisas pessoal!! Homem ou mulher falando errado é muito feio. Para quebrar o "crima", vejam só:

14 de fev de 2010

7 anos de muito amor

rsrs..... Quem sempre acompanha o meu blog sabe que estava muito ansiosa por este dia! Dia 13 de Fevereiro, dia do nosso aniversário de casamento. Amei o nosso dia, primeiro porque foi um dia só nosso, fazia muito tempo que não tínhamos um dia inteiro assim, o trabalho nos consome demais e segundo porque tudo deu super certo! Logo cedo recebemos um lindo presente de uma amigona nossa, a Mira, uma gracinha de pessoa! Sabe aquela pessoa que teria todos os motivos para se fechar dentro dos seus problemas, que não são poucos, no entanto vive pensando nos outros? Ela é assim. Olha só essa cesta de chocolates, patês, pães e tuuudo mais que a gente adoooora!! Obrigada querida!! Ah! Fora o cartão lindo que ela enviou junto!

Demais!!!!! Obrigada querida!!

Bom, depois eu e meu maridão resolvemos sair de casa após uma manhã inteirinha em casa de molho sem fazer nadinha, só descansando e curtindo um ao outro. Fomos a um bistrozinho muito lindo e olhem só o charme da minha sobremesa!!! rs... É uma bola de sorvete de baunilha com torta de batata doce.


Eu até acho que vou dar uma engordadinha!! rs... E é claro que tirei uma fotinho báásica no bistrô, mas como tinha muita gente e o meu marido não curte pagar mico de ficar tirando altas fotos, tive que me contentar em tirar essa fotinho com o celular.....:(  Mas tá valendo, o que importa é o AMOR!!!!!!!! Beijos!!

Te amo meu amor, você é um tesouro que sempre vou cuidar com todo carinho. Eternamente sua...Flá


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11 de fev de 2010

Sinceridade demais afasta as pessoas




Porque todo mundo diz que gosta e prefere pessoas sinceras se quando somos sinceras e transparentes, essas mesmas pessoas se afastam sutilmente de nós? Porque "preferir" pessoas transparentes e diretas só funciona na teoria? Será que é o jeito de falar? Será que devemos discernir a verdade que deve ser dita e as que não devem ser ditas? Existe isso?

Há uns 5 anos eu era, digamos, muito ingênua e saía falando tudo que pensava, achava que a sinceridade extrema era uma virtude e acreditava cegamente que seria mais querida e admirada por ser assim. Mesmo sem ser solicitada, eu tomava partido e opinava com a melhor das intenções, mas com o tempo fui descobrindo que nem todos retribuíam essa transparência para comigo. O tempo me abriu os olhos para algumas pessoas que não aprovavam o meu jeito de ser e comentavam entre eles, mas nunca comigo. A partir daí me toquei que vivia num mundo paralelo, numa ilusão, pensando que se eu era assim, todos também seriam. Mas, não é bem assim que a banda toca.

Tive que mudar meu jeito e hoje sou uma pessoa cautelosa. Continuo sincera, mas com as pessoas certas. Isso não quer dizer que sou falsa com as outras, apenas não me manifesto, não opino e nem discordo de nada, fico na minha. Quando digo que sou sincera com as pessoas certas, refiro-me às pessoas que realmente têm importância para mim: minha família, minhas poucas amigas e pessoas que não são tão amigas, mas que já provaram seu carinho por mim em algum momento da minha vida.

Também aprendi a opinar, de preferência, quando a pessoa solicita. Parei de ter "altas" iniciativas e  deixei um pouco a minha espontaneidade de lado. Hoje, diante de uma pessoa que acabo de conhecer, vou com muitas cautela e penso mil vezes antes de dizer alguma coisa, até porque é muito importante conhecermos bem o nosso novo colega para saber direitinho como reage às opiniões e críticas alheias. Tem gente que não aguenta e encara toda e qualquer crítica construtiva, conselhos, palavras de alerta ou opinião, de maneira negativa. Não consegue enxergar que queremos ajudar. Muitas vezes, nem querem ser ajudados.

Aprendi a ser sincera e espontânea com a pessoas certas e cautelosa com as outras.
Mais uma lição de vida.
Você já passou por isso?

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Meu defeito

Existem defeitos em mim que me incomodam muito e mesmo após 33 anos de vida (quase 34!) ainda luto para mudar. Mesmo com incalculáveis tentativas frustradas, sinto que já tenho 50% do caminho andado, pois reconheço minhas falhas e desejo mudá-las ou, na pior das hipóteses, amenizá-las. Infelizmente nos deparamos com muitas pessoas que têm seus defeitos e não os enxergam. Aí é só lamentação, creio que esse tipo de pessoa vai apanhar mais da vida.
Acho que meus defeitos não são muito diferentes dos de vocês que estão lendo este post, mas existe um deles que mais me incomoda: minha impaciência.

Costumo fazer muitas pesquisas na internet diariamente e um dia desses li que a impaciência está diretamente ligada à imaturidade. Na hora eu assustei e pensei: "Imatura eu? Deve haver um outro ponto de vista". Mas não encontrava esse outro ponto de vista! rs
É difícil admitir de imediato uma falha, ainda mais quando esta falha vem associada à outra! Depois, pensando melhor compreendi que tem tudo a ver.
"Segundo dicionário virtual, a impaciência é o ato ou efeito de não saber esperar; imaturo, aquele que não tem paciência."
Imaturidade significa antes do tempo. Se você provocar uma criança, ela reagirá de maneira imatura  e sem jogo de cintura por não ter domínio sobre suas emoções. Por não ter experiência de vida suficiente, esta criança, por exemplo, vai chorar, espernear, gritar e até se jogar no chão. Você conhece algum adulto que faz isso? Eu não conheço. É porque com o passar dos anos aprendemos a controlar os impulsos e entender que, muitas vezes, o que queremos não é o que podemos naquele momento e que a frustração faz parte da vida (e nos fortalece). Uma criança não entende isso. Um adulto (normal) sim.


Claro que a minha impaciência não é esta de me jogar no chão, mas confesso que às vezes dá vontade viu! O que entendi da associação entre impaciência e imaturidade é que diante de algumas situações eu poderia ser mais calma e menos ansiosa em querer que tudo seja resolvido ali na hora. Porque ter a prepotência de achar que as suas idéias ou modo de fazer as coisas é a melhor solução? Porque pensar que somos mais eficazes que o tempo? Porque querer resolver tudo no dia?

Estou aprendendo com a vida que muitas soluções, explicações, respostas e resultados só vêm com o tempo. Não adianta gritar, estressar, perder o sono, o apetite ou descontar em uma outra pessoa, geralmente nos maridos! rs.

Há uns 6 anos aproximadamente, levei uma rasteira de um ex-colega de trabalho que me propôs parceria no seu projeto e naquele momento pensei em me vingar de alguma forma, perdi muito tempo naquele dia me corroendo de raiva e pensava em telefonar, xingar, gritar e dizer que eu o difamaria à todos que eu conhecia. Tranquilamente meu marido ouvia tudo e, apesar de concordar que fui vítima de uma atitude desleal, tentava me consolar pedindo paciência e confiança na lei da ação e reação, infalível.

No momento da raiva você não analisa adequadamente os fatos e saber ouvir é valioso. A minha sorte é ter um companheiro inteligente e centrado. Acredito que se o meu marido fosse estressado e impaciente, a forma de resolver aquela situação seria bem diferente. Segui seus conselhos e confiei na força do universo: de alguma maneira aquele rapaz pagaria pela sua atitude desonrosa, mas no seu destino não teriam as minhas mãos. Neste caso, a maturidade do meu marido foi fundamental, em nenhum momento agiu com a emoção e isso me ajudou a resolver a questão sem maiores "bafões". Mas, confesso aqui que não é fácil engolir seco e ignorar a mágoa. Depois vale à pena, mas é um exercício muito grande.

Depois de algum tempo fui percebendo que este rapaz não aparecia mais em evento nenhum e, conversando com um aqui e outro ali, soube que nem está mais no Japão, que sua agência fechou e quase perdeu o visto, se já não perdeu! Não digo que fiquei feliz com isso, mas passei a confiar mais na lei superior e entendi na pele as vantagens de procurar incessantemente pela paciência. Ainda tenho muito que aprender, ainda tenho isso dentro de mim de querer resultados imediatos. A paciência ainda não é uma coisa natural em mim, tenho que me esforçar, parar, pensar e desafobar. Acredito que um dia chegarei nesse nível, mas queria que chegasse LOGO!!!!!!  kkkkkkkk..........

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8 de fev de 2010

Batata com Chocolate


Gente, hoje fui ao mercado e não resisti a essa novidade. Nem sei se é novidade, mas nunca vi nem comi batata com chocolate na minha vidaaa!!! Tinha com choco branco e preto, eu e meu marido escolhemos este. Pra falar a verdade não é ruim, mas também não é gostoooooooooooso!!! rs.....
PS.: Aquele dedo na foto é o meu! rsrs

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Possuir vários talentos pode atrapalhar


Possuir muitos talentos é uma bênção, pois conheço algumas pessoas que se acham incapazes de serem boas em alguma coisa na vida. Porém, sinto que descobrir mais de 2 ou 3 talentos em nós mesmos pode atrapalhar a vida da gente.

É bem aquele lance de "tudo que é demais atrapalha". Pelo menos é o que venho sentindo.
Antes de entrar para a universidade, não sabia exatamente qual era o meu dom ou talento específico. Para falar a verdade, com 18 anos nem pensava muito nessa questão. Optei pela Psicologia e pela primeira vez senti estar fazendo o que realmente gostava. Conhecer a mente humana, estagiar em hospitais psiquiátricos, aprender a medir o QI e participar das aulas de Fisiologia me fascinavam! A cada dia descobria algo diferente sobre as pessoas e seu comportamento.

Ao mesmo tempo em que estudava, também cheguei a trabalhar por meio período em uma loja de roupas muito conhecida. Adorava aquele clima de loja chique, o cheiro do shopping, aquela circulação de gente bonita, inteligente e altas festas. Me deparava com muita gente fútil também, mas faz parte. Conheci muitas pessoas importantes e influentes. Adorava vestir a mulherada, elas realmente faziam da loja o seu divã e terapia. Sentia que ali também eu fazia o que realmente gostava.

Depois trabalhei com finanças e descobri que me sentia muito bem trabalhando com cálculos, pagamentos, planilhas, enfim, tudo que envolvia números. Sentia que durante tantos anos também fiz o que gostava. Não gostava tanto quanto a loja ou Psicologia, mas descobri um novo talento.

Simultaneamente a este trabalho, já comecei a entrar para o mundo da televisão. Aí sim descobri um talento que realmente não sabia que tinha. Aliás, nunca pensei em trabalhar em tv um dia. Era uma realidade muito distante para mim, meu foco até então era outro. A partir daí muitas coisas aconteceram: entrevistava pessoas, apresentava eventos, comecei a fazer locução para comerciais e cheguei a participar de comerciais de tv também. Claro que diante de tantas coisas, tem algumas que gostamos mais, outras menos, mas a cada experiência nova fui descobrindo novas Flávias.

Em 2008 no Japão, após fazer um trabalho como repórter no programa Comunidade Brasil, recebi um convite para apresentar o programa. Naquele dia fiquei com uma exclamação enorme na cabeça! Eeeeeuuuuu?? Como assim apresentadora?? Na televisão??? Não acreditava naquilo. Para mim, tv era uma coisa bem distante, pois fui criada para me formar na faculdade e levar uma vida formalmente normal. Minha família nunca me incentivara a ingressar no mundo artístico, muito pelo contrário, minha família, há alguns anos, pensava que televisão não era um trabalho normal e que as mulheres teriam uma maior tendência à prostituição. Mas, graças a Deus e à mim claro, essa mentalidade mudou (eu acho!) rs. Claro que sou muito bem dirigida até hoje, ainda estudo, me atualizo, mas sinto que também tenho este talento, mas só o descobri na prática. Talvez, se nunca tivesse esta oportunidade, jamais saberia deste meu talento (mais um). Hoje sinto que faço o que realmente gosto.

Também sou locutora de um programa na Radio Nikkey chamado Coisas de Mulher e após o convite e execução desta função, também acabei descobrindo este talento. Quando estou ao vivo no estúdio, também sinto que estou fazendo o que gosto!

Caramba!! Será que isso acontece com todo mundo também? Ah! E pra fechar com chave de ouro também já trabalhei nos bastidores de shows e eventos como assistente de produção. Foi show de bola. Ameeeeiiiii. Naquele momento sentia que fazia o que gostava meeeesmo


Para mim, isso tem um lado negativo. Sempre estou fazendo várias coisas ao mesmo tempo e nunca consigo focar e me dedicar integralmente a uma coisa só. Faço tudo muito bem feito e com muito amor, mas meu tempo sempre é muito dividido e vivo cansada (fisicamente, é claro). Mas, quanto a isso, não tem problema pois faço o que gosto, mas penso no que vou fazer quando voltar ao Brasil: vou ser repórter? apresentadora? locutora? vendedora? mãe e dona de casa? produtora de eventos? Ter vários talentos é bom, não poderia reclamar, mas também atrapalha a nossa cabeça, fico confusa pois gosto de várias coisas ao mesmo tempo. Isso me torna uma pessoa inquieta e ansiosa. Sempre estou com a cabeça a mil, fazendo uma coisa hoje já pensando no que vou ter que fazer daqui 3 horas ou no dia seguinte.
Vocês também são assim?? Como decidir por um caminho só?

Vejo, por exemplo, pessoas que nasceram para "aquilo" e pronto. Normalmente são os poetas, músicos, advogados e médicos. A pessoa faz aquilo a vida inteira, focada em uma coisa só e consegue trilhar uma carreira de sucesso sem ficar "testando" seus diferentes dons. É como se fossem pessoas que não perdem tempo na vida, já sabem pra que nasceram e vão à luta, sem desvios.
Ainda estou em busca de um caminho só. Por enquanto vou fazendo várias coisas ao mesmo tempo... não tem jeito... até que acostumei sabe. O lado bom é que sempre ouço dos meus amigos que nunca morrerei de fome pois sou pior que bom bril, 1001 utilidades!

Beijinhos e até a próxima!

4 de fev de 2010

Olha que sacada genial da Coca-Cola!!!

É difícil encontrar propagandas criativas e que realmente dispertam alguma emoção nas pessoas, o que as tornam inesquecíveis. Por isso, quando vejo alguma por aí, seja na tv ou internet, imediatamente coloco aqui no blog para dividir com vocês. Vejam só esta idéia genial e super alto astral da Coca-Cola!

Carinho de amiga

Mês passado recebi este lindo cartão de Natal a la francè dos meus queridos amigos Tamaki e Jérôme by Grenoble Republique e tentava encontrar um tempinho para scanneá-lo (kkkk... gostei de conjugar a palavra "scanner"!!! kkkk). Finalmente terminei e fiz questão de postar aqui no meu diário virtual.

Fiquei muito feliz com este cartãão!!!!!!

Tamaki e Jérôme são nossos grandes amigos. Eu e Tamaki nos conhecemos na cidade de Toyokawa no "Toyokawa Matsuri" no dia em que me apresentei dançando Yosakoi em um campeonato local. Ela é uma linda japonesinha muito meiga, amiga, queridinha e muuuuuito estudiosa! Me orgulho dela! De lá pra cá não perdemos mais contato. Ela fala português (e outros mil idiomas) muito bem!! Graças a Deus! kkkk... Também é apaixonada pelo Brasil!

No dia em que eu e meu esposo passamos o reveillon em Tokyo (foto abaixo), Tamaki nos apresentou seu noivo Jérôme, um francês apaixonado pelo Japão (e pela Tamakinha!!) e muuuuuuuito gentil (Par la Par la!! rsrs... lembra Jérôme?? rs)
Que Deus continue abençoando a união de vocês! Muitas felicidades seja no Japão, na França, no Brasil ou em qualquer outro lugar deste universo! Beijo!

Foto que tiramos no Reveillón em Tokyo - ano 2008